FEIRA DOS FRUTOS

A fruta é uma das riquezas e imagens de marca da Região Oeste. Para lhe prestar homenagem, as Caldas da Rainha organiza entre 18 e 27 de agosto uma feira cheia de sabor, a Frutos, Feira Nacional de Hortofruticultura.CALDAS DA RAINHA, PORTUGAL.
Todos os que já passarem por uma das edições anteriores da Frutos, Feira Nacional de Hortofruticultura, sabem como o Parque D. Carlos I, no centro da cidade de Caldas da Rainha, se transforma para acolher um evento que transcende a escala do concelho. A Frutos é muito mais do que uma feira com venda de alguns dos produtos frutícolas da região é um momento de animação com mostra da gastronomia local e nacional, artesanato, actividades lúdicas para os mais pequenos, espectáculos musicais. A Frutos 2017 vai contar com as habituais áreas temáticas, nomeadamente artesanato, restauração, espaço de venda de produtos biológicos, área reservada a demonstrações de cozinha com chefes nacionais. Na componente alimentar, para além dos restaurantes e bares a operar em permanência, os visitantes podem contar com a área Fruta Viva, com promoção de produtos frutícolas da região, provas sensoriais, venda e exposição de produtos DOP e IGP. Decorrerão show cookings em parceria com a Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste. Já o espaço Nutrição e Bem-estar vai oferecer aos visitantes uma agenda de workshops e propostas de atividade física.Os mais pequenos encontram no Espaço Infantil, uma quinta pedagógica, insufláveis, jogos tradicionais. A organização vai, ainda, disponibilizar um serviço de baby sitting, para que os pais possam organizar sem preocupações a visita e compras na feira.No que respeita a compras, o certame conta, em 2017, com uma novidade, um serviço de entrega de compras.
Cartaz feira dos frutos 2017

Estarão presentes mais de 120 expositores ligados à produção, maquinaria, indústria, serviços e artesanato e mais de uma dezena de restaurantes, bares, vinhos do Oeste, produtos de fumeiro e charcutaria tradicional portuguesa. Paralelamente haverá animação por toda a cidade.

HORÁRIO DA FEIRA

2ª feira a 5ª feira – 17h às 24h
6ª feira – 17h às 1h
sábado – 15h à 1h
domingo – 15h às 24h

REDES SOCIAIS

Feira dos Frutos - Página Oficial

PRÉMIO FRUTOS

EM ACTUALIZAÇÃO

ARTISTAS

Plant

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Banda

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RICHIE CAMPBELL

RICHIE CAMPBELL

Músico

RICHIE CAMPBELL começou na banda Stepacide em 2010 e fez parte do projecto No Joke Sound System, tendo abandonado ambos os projectos em 2010 para se focar na sua carreira a solo. Ainda no ano de 2010 lançou o seu primeiro álbum My path, disponível só em forma de download gratuito e viu lançado um EP seu na série 6 da Optimus Discos, dirigida por Henrique Amaro. Ficou em primeiro lugar no top 1000 mundial, com a mesma pontuação de Alessia Cara, Anne-Marie e Ariana Grande.

Com o disco "Focused" obtém grande sucesso destacando-se a faixa "That's How We Roll"'" que é nomeada aos Globos de Ouro 2013.

Em 2012 iniciou a Tour Focused, em que o seus últimos concertos da tour tiveram lugar no Porto e em Lisboa onde gravou Live at Campo Pequeno que foi lançado em 2014 no formato Cd e DVD.

No dia 4 de maio de 2015 lançou sem aviso prévio o disco "In the 876", que em duas horas chegou ao top de vendas do ITunes. Este disco foi gravado em Kingston, capital da Jamaica e Lisboa, capital de Portugal. O seu nome é uma referência ao indicativo telefónico da Jamaica.

Em 2016 lançou o single "Do You no Wrong" que devido ao grande sucesso ganhou o prémio de "Single de Ouro".

EPs[editar | editar código-fonte]
"Richie Campbell" (2010)
Álbuns[editar | editar código-fonte]
"My Path" (CD, 2010)
"Focused" (CD, 2012)
"Live at Campo Pequeno" (CD+DVD, 2014)
"In the 876" (2015)[2][3]
Singles[editar | editar código-fonte]
"Talk sweet", "Society", "Inna Jamaica" feat. Mellow Mood, "Sacrifice my life", "Whoa", "More than air", "It Takes a Revolucion" feat Anthony B, "Think about life", "Hate on me now", "I'm Going", "Gonna leave you", "Angel Is By My Side" feat. Turbulence, "Good for me", "Chill", "Get with you", "Missing you", "Love story", "What a day", "Love me so", "All about you", "Piece of bread", "Don't panic", "Please", "Nah run again"
"Everytime I Cry" (2010)
"Blame It On Me" (2011)
"That's How We Roll" (2012)
"Love is An Addiction" feat. Ikaya (2012)
"Focused" feat. Dengaz (2012)
''Man Don't Cry'' (2014)
''420'' (2014)
Best Friend (2015)
I Feel Amazing (2015)
Do You No Wrong (2016)

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DENGAZ

DENGAZ

Musico

O rapper nacional Dengaz actua na feira dos frutos, para festejar o seu último longa-duração "Para Sempre".

É o álbum mais sincero que tenho e que fez com que mais pessoas me passassem a conhecer".

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Feira dos Frutos

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Salmoura

Salmoura

Banda

MIMICAT apresentou-se ao mundo em 2014, mas gravou o primeiro disco aos 9 anos. Cantora e compositora auto-didacta deste muito jovem, passou a adolescência entre escola e estúdios de gravação.
Foi vocalista e autora da maioria das letras dos “The Casino Royal”, banda de Pedro Janela, compositor e produtor de Coimbra, e em 2009 licenciou-se em Som e Imagem pela Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha.

A Mimicat é "uma Marisa um bocadinho mais vaidosa, um bocadinho mais atrevida. É aquilo que a Marisa não pode ser no dia-a-dia, quando vai na rua". O pseudónimo soou-lhe bem no primeiro instante. Afinal, já há muitos anos que era chamada de Mimi pela família: "Na minha família, as crianças chamam Mimi às madrinhas - e eu já tenho uma afilhada com 11 anos". Bastou juntar Cat à alcunha, para dar um toque mais pessoal à coisa, et voilà.

A inspiração para escrever as canções, para escolher a sua sonoridade, provém de músicos como Ella Fitzgerald, Jill Scott ou Ray Charles. Enfim, de todas as canções que vão “desde os anos 30/40 até aos anos 70". "Tudo o que foi feito nessa altura são coisas que me interessam muito e que eu, a partir dos 17/18 anos, comecei a ouvir compulsivamente, e que ainda ouço até hoje”, refere. Assumido o gosto musical por figuras-chave de épocas passadas, Marisa e o produtor Sérgio Costa tentaram modernizar "um bocadinho as influências que daí vêm, com coisas que se fazem agora". Um exemplo? As baterias em melodias e arranjos que, teoricamente, estão associados ao passado.

As letras das canções de "For You" resultam de experiências da cantora ou de outras pessoas que lhe são próximas. Em alguns temas, "escrevo mesmo para pessoas da minha vida; outros resultam de experiências que passei através de amigos", confessa-nos. "Felizmente, tenho uma vida muito feliz, no âmbito pessoal, e não consigo ter situações de desgosto, ou coisas do género, muito grandes, então senti necessidade de escrever por essas pessoas. Na verdade, pus-me na pele delas", explica.

Mimicat aposta forte na imagem, no realce da beleza feminina. "Acho que, quando tens uma música muito boa, sem teres uma imagem igualmente boa, a música não chega às pessoas da mesma forma, o impacto criado não é o mesmo", diz-nos Marisa, que especifica: "Aquilo que eu gosto de ver nas roupas femininas, nas coleções ou mesmo nos estilistas internacionais, são coisas inspirada nessa época [entre os anos 50 e 70]. Nessa altura, havia sempre uma preocupação muito grande em manter as linhas muito elegantes, muito femininas". Mas coerência é a palavra de ordem: "Tenho que ser coerente com aquilo que sou e com aquilo que estou a mostrar".

Começou desde cedo no mundo da música, mas foi com os The Casino Royal que descobriu o que queria ser como artista e, principalmente, o que não queria ser. A banda serviu para “descobrir quem é que eu era enquanto artista de palco, porque, quando tu és muito novo, não tens propriamente uma identidade, não sabes bem o que é que és, andas um bocado com a corrente”, afirma Marisa. A nível musical, Mimicat afasta-se, no entanto, da estética sonora do coletivo. Embora se identifique com as canções cabaret da banda, não trouxe essas influências para "For You".

O feedback do público, esse, tem sido muito positivo, começando Marisa a receber, agora, os frutos desejados do investimento no som e imagem que ambicionava. Relembra a reação de uma admiradora que assistiu, na Casa da Música, ao concerto dos The Black Mamba, no qual Mimicat participou como convidada: "Houve uma pessoa que foi ver o concerto e depois acabou por ir ter comigo, a dizer que já tinha ouvido o meu disco. A pessoa estava com uma lágrima no olho de tão feliz que estava. E a alegria que tinha nos olhos foi exatamente a alegria que eu sempre esperei ver nos olhos das outras pessoas, porque é a alegria que eu e os músicos que estão envolvidos no projeto sentimos, sabes?".

O novo álbum será apresentado um pouco por todo o país, estando já agendados concertos em Cascais (15 de novembro, na FNAC do Cascais Shopping), em Lisboa (18 de novembro, no Teatro do Bairro), em Coimbra (26 de novembro, no Salão Brazil), em Matosinhos (27 de novembro, na FNAC do Norte Shopping) e no Porto (27 de novembro, no Passos Manuel). "Estamos a preparar um concerto o mais enérgico e delicado possível", adianta Mimicat. Mantém segredo, porém, quando questionada sobre eventuais surpresas ou mimos, como prefere chamar, em palco. É esperar para ver!

Álbuns de estúdio[editar | editar código-fonte]
2014 - For You (Sony Music)
Singles[editar | editar código-fonte]
2017 - "Fire"
2016 - "Gave Me Love"
2016 - "Stay Strong"
2015 - "Savior"
2014 - "Tell Me Why"

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Tiago Bettencourt

Tiago Bettencourt

Artista

Tiago Bettencourt (Coimbra, Santa Cruz, 16 de Setembro de 1979), é um cantor e compositor português.

Tiago Bettencourt nasceu em Coimbra e, mais tarde, mudou-se para Lisboa. Seu pai, João Amândio Teixeira Goulart de Bettencourt (Velas, Velas, 28 de Dezembro de 1945), nasceu na Ilha de São Jorge, Açores, e é Advogado; sua mãe, Maria José de Vasconcelos de Albergaria Pinheiro (Coimbra, Santo António dos Olivais, 19 de Setembro de 1943), foi professora de Português na Escola Salesiana do Estoril.e é irmã da 3.ª Viscondessa de Degracias. Frequentou com seu irmão João Maria de Albergaria Pinheiro Goulart de Bettencourt (Coimbra, Santa Cruz, 3 de Abril de 1978) o Colégio D. Luísa Sigea no Estoril.

Depois de Toranja, Tiago Bettencourt deixou Portugal para o Canadá para gravar seu primeiro álbum solo nos estúdios Hotel2Tango em Montreal, o mesmo estúdio que produziu o bem-sucedido álbum Funeral por Arcade Fire. O produtor foi Howard Bilerman. No Canadá, ele já trabalhou em conjunto com a sua banda de apoio, Mantha, composto por Pedro Gonçalves e João Lencastre. [9] O resultado das sessões de gravação foi lançado como O Jardim ('The Garden', em Português), em 2007. A canção Canção Simples foi um grande sucesso. O seu segundo álbum, Em Fuga, foi lançado em 2010, e seguido por Tiago Na Toca & Os Poetas em 2011 e Acústico em 2012. O último álbum composto por 15 faixas e contém versões de suas músicas anteriores, realizados em conjunto com convidados como: Concerto Moderno, Lura, e Jorge Palma.

Em 2014, Do Principio, último álbum foi lançado até o momento, composto por 12 músicas, incluindo "Aquilo Que Eu Não Fiz", uma canção com uma forte mensagem política. O cantor apresentou o álbum em diversos concertos por Portugal,recentemente atuou no Coliseu do Porto.

Discografia

O Jardim (2007)
Em Fuga (2010)
Tiago Na Toca & Os Poetas (2011)
Acústico (2012)
Do Princípio (2014)

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Fonte: Wikipédia

Djodje

Djodje

Artista

Djodje nasceu a 15 de Janeiro de 1989 na cidade da Praia, , cabo verde. Filho de pais músicos, desde de sempre se interessou pela musica, inspirado nos exemplos da sua família e influenciado pelo ambiente em que foi crescendo. Fez a sua aprendizagem musical de forma natural e progressiva, muitas vezes de forma auto-didacta e com ajuda dos seus familiares e amigos, mostrando desde sempre uma natural habilidade para os instrumentos e uma melodiosa voz que foi moldando com o passar dos anos. Aos dez anos de idade formou em conjunto com familiares e amigos o grupo TC que ainda hoje se mantém fazendo espectáculos a nível nacional e além fronteiras.

No ano 2000 com onze anos de idade, Djodje ganhou um concurso de pequenos cantores na cidade da Praia, alavancando a sua carreira para novas plataformas. Em 2001 juntamente com os TC gravou numa colectânea de Verão, a música “volta” que se tornou um autêntico “hino” nesse ano, sendo considerada “música do ano” em cabo verde, e com muito sucesso em Portugal e nos PALOP.
Já em 2006, Djodje lançou o seu primeiro álbum a solo intitulado “…sempre Tc” em homenagem ao grupo recolhendo as melhores críticas da imprensa da especialidade em cabo verde e não só. O álbum que contou com participações de artistas de renome como Don Kikas, Heavy h, Os TC, entre outros, proporcionou as pistas de dança africana sucessos como “Tchas Fala” e “Misteriosa”, que o levou a actuar a nível internacional em países como Portugal, Holanda e Luxemburgo.

Em 2007, num regresso esperado dos TC, lançaram o primeiro álbum de inéditos enquanto grupo e fizeram concertos tanto em cabo verde com no exterior tendo realizado uma tournée pelo Brasil e Portugal.

Em 2009 juntou-se com o irmão mais velho (peps) e o primo (ricky boy), também elementos dos TC, e criaram a sua própria editora chamada Broda Music, que editou nesse mesmo ano o álbum do artista Ricky Boy , produzido musicalmente pelo Djodje, álbum este ,considerado por muitos o melhor álbum de kizomba de 2009.
Em 2010, lançou o seu segundo album a solo entitulado "Check-In", que conta com sucessos como: "Close Your Eyes, "Proibido" e "Na nha Sonho".

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GNR

GNR

Banda

Os GNR (sigla de Grupo Novo Rock) são uma banda de pop rock português formada no Porto, no início de 1981, por Alexandre Soares (voz e guitarra), Vitor Rua (guitarra) e Toli César Machado (bateria).

Actualmente a banda é formada por Toli César Machado (guitarra e teclas), Jorge Romão (baixo) e Rui Reininho (voz).[1]

Foram uma das bandas resultantes do chamado Boom do Rock Português do início da década de 80.

Década de 1980

Ainda como banda de garagem os GNR ensaiavam, em 1980, numa pequena garagem em Francos na Rua Airosa. Os elementos iniciais do grupo eram Isabel Quina (vocalista) (que pouco tempo esteve na banda), Alexandre Soares (voz e guitarra), Vitor Rua (guitarra) e Toli César Machado (bateria). Pouco tempo depois entra Mano Zé (baixo) que já tinha tocado com Rui Veloso.[2] Formam-se oficialmente no início de 1981.

Em Março de 1981 editam o seu primeiro trabalho discográfico, o single "Portugal na CEE", [3] tornando-se um grande sucesso com vendas superiores a 15.000 exemplares. Mano Zé deixa a banda sendo substituído por Miguel Megre (baixo) e lançam, em Outubro, o segundo single "Sê Um GNR" [4] alcançando também sucesso de vendas. Em Setembro de 1981 Rui Reininho entra para a banda como vocalista, ficando Alexandre Soares apenas como guitarrista.[5] A banda começa a experimentar outros estilos musicais, deixando de praticar o som rock dos anteriores registos discográficos.

Em 1982 os GNR editam o primeiro álbum "Independança" [6] que não teve sucesso de vendas. É extraído o single "Hardcore (1º Escalão)". A banda passa por alguns problemas internos e Miguel Megre sai. Em Agosto deste ano actuam no Festival de Vilar de Mouros. Pouco depois Vitor Rua deixa o grupo e entra Jorge Romão (baixo).

Em Junho de 1983 lançam o máxi single de originais "Twistarte". [7] Entra para a banda Manuel Ribeiro (teclas).

Em Outubro de 1984 editam o álbum "Defeitos Especiais", que os leva a uma digressão por Espanha e França. É extraído "I Don´t Feel Funky (Anymore)" em formato máxi single. [8]

"Os Homens Não Se Querem Bonitos" é editado em Julho de 1985, obtendo sucesso imediato com os temas "Dunas" e "Sete Naves". Dá-se a consagração definitiva da banda, elevando-a um nível de popularidade bastante considerável. [9] Tornam a deslocar-se a Espanha e França.

Em Setembro de 1986 lançam "Psicopátria" [10] que atinge o galardão Disco de Prata graças a temas como "Efectivamente", "Pós Modernos" e "Bellevue". Em plena crise de identidade do rock português, os GNR superaram as melhores expectativas dando novo alento à cena musical portuguesa. Alexandre Soares deixa a banda entrando para o seu lugar Zézé Garcia (guitarra).[11]

No mês de Janeiro de 1988 os GNR lançam o máxi single de originais "Vídeo Maria", que causou alguma polémica social. [12]

Em 1989 o álbum "Valsa dos Detectives" confirmou a popularidade do grupo com os êxitos "Impressões Digitais" e "Morte ao Sol". [13] O estilo pop rock era agora uma certeza da banda, depois de outras experimentações sonoras ensaiadas durante o seu crescimento.

O livro "Afectivamente GNR" de Luís Maio é editado em Setembro de 1989.
Década de 1990

Nos dias 30 de Abril e 1 de Maio de 1990 esgotam o Coliseu de Lisboa na gravação de "In Vivo" o primeiro álbum ao vivo da banda, envolvido em polémica. A querela jurídica com Vítor Rua, obrigou à retirada da primeira edição do disco, para ser reeditado posteriormente, já sem temas da sua autoria. [14] Atingiu o galardão Disco de Platina. [15]

O ano de 1992 marcou o auge da banda em termos comerciais com "Rock In Rio Douro". [16] Os duetos com Javier Andreu e Isabel Silvestre em "Sangue Oculto" e "Pronúncia do Norte", respetivamente, contribuíram para o enorme sucesso do álbum e para os memoráveis concertos no Estádio José Alvalade. Pela primeira vez uma banda portuguesa consegue encher um estádio de futebol com 40 000 espectadores. O disco vendeu 94 mil cópias e esteve 38 semanas no top nacional, atingindo o galardão de 4 Discos de Platina. [17] Verifica-se neste álbum um regresso à sonoridade rock. Os GNR tinham atingido o seu apogeu comercial. [18]

Em 1994 são convidados a participarem na compilação Filhos da Madrugada de homenagem a José Afonso, com a versão "Coro dos Tribunais". A 30 de Junho é realizado um concerto no Estádio José Alvalade com a participação dos GNR e das restantes bandas presentes nesta compilação.[19] Ainda neste ano lançam um novo álbum de originais "Sob Escuta" sendo o tema mais marcante o single "+ Vale Nunca". O guitarrista de flamenco Vicente Amigo é convidado a participar em "Lovenita". [20] Zézé Garcia sai do grupo e entra Alexandre Manaia (guitarra).

Em 1996 celebram 15 anos e editam a sua primeira colectânea em duplo CD "Tudo O Que Você Queria Ouvir - O Melhor Dos GNR" que incluiu três inéditos. São extraídos dois singles: "Dunas" e "Corpos" originalmente gravado na compilação "A Cantar Con Xabarín" da TV Galiza. [21]

Regressam aos originais, em 1998, com o álbum "Mosquito", obtendo os êxitos "Tirana", "Saliva" e "Mosquito". [22]

A 1 de Março de 1999 tocam ao vivo através da Internet, numa iniciativa inédita. Ainda neste ano são nomeados, na categoria de Banda do Ano, para a edição de 1999 dos Globos de Ouro da estação televisiva SIC. [23] Neste ano de 1999 são convidados a participarem no álbum XX Anos XX Bandas de tributo aos Xutos & Pontapés com a versão "Quando Eu Morrer". Ainda neste ano, o álbum de 1985 "Os Homens Não Se Querem Bonitos" é reeditado em CD.
Década de 2000

Em 2000 editam "Popless" cujos tema mais mediático é "Popless" com videoclip censurado na televisão portuguesa. [24] Saíram os singles "Bem Vindo ao Passado", "Digital Gaia" e "Asas (Eléctricas)", este, integrado na banda sonora do filme português Amo-te Teresa. [25]

A segunda colectânea "Câmara Lenta - 16 Slows Do Melhor GNR - Vol.2" é lançada em Fevereiro de 2002, [26] reunindo as baladas mais emblemáticas da carreira da banda. Inclui dois inéditos: "Vocês" e "Nunca Mais Digas Adeus". Este álbum obtém grande sucesso chegando a nº 1 do top nacional de vendas. No final deste ano, chega às lojas o álbum de originais "Do Lado Dos Cisnes", registando-se apenas um êxito relativo "Sexta-Feira (um seu Criado)". [27] O single extraído é "Morrer em Português". [28]

Em 2003 gravam em single uma versão acústica de "Canadádá", tema do álbum "Do Lado dos Cisnes", com a participação de Paulinho Moska. [29] Neste ano a editora EMI lança o duplo CD "Rock In Rio Douro - Popless" recuperando estes dois álbuns. [30]

Em 2006 os GNR comemoram 25 de carreira. Em Março é lançado um álbum de tributo ao grupo "Revistados 25-06" com temas que já fazem parte da nossa memória colectiva interpretados por nomes do hip hop, reggae e R&B nacional: NBC, Virgul (Da Weasel), Expensive Soul, Melo D, Guardiões do Subsolo, entre outros. [31] Na continuação dos festejos a banda lança a colectânea "O Melhor dos GNR - ContinuAcção - Vol.3", em duplo CD, contendo o inédito "Continuação" e uma versão de "Quero Que Vá Tudo Pró Inferno" original de Roberto Carlos. [32] A banda portuense teve um ano em cheio actuando no Rock-in-Rio Lisboa e nos coliseus do Porto e de Lisboa.

Em 2007 é reeditado em duplo CD o álbum "Independança" de 1982, celebrando os 25 anos do lançamento, com sete temas extra. [33]

Em 2008, uma super produção marca a carreira da banda: os GNR sobem ao palco do Pavilhão Atlântico com a Banda Sinfónica da Guarda Nacional Republicana no dia 18 de Abril. É finalmente encerrada a polémica entre a banda e esta instituição militar por causa do nome em comum, realizando um concerto memorável sob direcção do Tenente Coronel Jacinto Montezo.[34] Outra colectânea, "Grandes Êxitos - GNR", é editada em 2008 sob o selo da EMI Gold com temas do início da carreira da banda. [35]
Década de 2010

O décimo primeiro álbum de originais "Retropolitana" é lançado em Junho de 2010. [36] O single extraído é "Reis do Roque". [37]

Em 2011 os GNR comemoram 30 anos de atividade. [38] É marcado por várias edições discográficas:

"Defeitos Especiais", LP de 1984, é reeditado em CD. [39]

"BD Pop Rock Português - GNR" composto por Livro+CD é editado pela EMI e a Tugaland. Trata-se da história das melhores bandas do pop rock português desenhadas pelos mais prestigiados ilustradores portugueses, acompanhado por uma colectânea dos temas mais marcantes. [40]

"GNR ‎– Bandas Míticas" colectânea editada pela EMI e Levoir. Edição limitada do jornal Correio da Manhã que disponibiliza aos seus leitores uma colecção inédita, com direcção editorial de David Ferreira, sobre 20 bandas que marcaram os últimos 50 anos da história da música portuguesa. [41]

"Voos Domésticos" colectânea com músicas já conhecidas mas com novas roupagens, que celebra os 30 anos de atividade dos GNR. [42] [43] O single extraído é "Cais".

"GNR - Colecção 1981-2011" mais uma colectânea da EMI. [44]

"30 Anos GNR - Manobras 1981-2011" trata-se do primeiro DVD editado pela banda que inclui imagens de concertos, entrevistas aos membros do grupo e telediscos dos temas mais conhecidos. [45]

Alguns dos álbuns referidos anteriormente preenchiam a box: "Colecção GNR - 30 anos do melhor Rock" composta por 12 CDs e um DVD, com edição limitada do Diário de Notícias e Jornal de Notícias. [46]

Em 2012 lançam uma nova colectânea "Concentrado - O Melhor dos GNR" [47]

Em 2014, no dia 10 de Novembro, estrearam o seu novo single "Cadeira Eléctrica", na Rádio Comercial. A banda apontou este novo álbum como um regresso ao Rock in Rio Douro.

A 6 de Março de 2015, o grupo divulga em sua página no Facebook o nome e as músicas do seu novo álbum, Caixa Negra, do qual faz parte o single Cadeira Eléctrica.

Em Outubro de 2015 que os GNR convidaram a Rita Redshoes para os concertos Caixa Negra nos coliseus de Lisboa e no Porto. A experiência foi tão positiva, sobretudo no dueto do tema "Dançar Sós", que convidaram Rita para a regravação do mesmo. O lançamento do single foi apresentado em 2016. Nesse ano é editado a Biografia do grupo que inclui um pequeno CD com uma tema inédito.

No início de 2017 é editado um CD+DVD com a gravação de um concerto ao vivo.

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Fonte: Wikipédia

Feira dos Frutos

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Evento

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CARMINHO

CARMINHO

Cantora

CARMINHO -"Não sei talvez quem és, mas sei quem sou."

Nem podia ser de outro modo, quando quem canta estas palavras de Vasco Graça Moura é alguém que sempre soube que o fado era o seu destino, mas que só o quis assumir depois de ter compreendido quem era realmente.

Em 2009, Carminho cantava o "Fado" que era o seu fado desde muito nova. Desde que ouvia os discos que os pais tinham, que acompanhava as tertúlias fadistas que se faziam lá em casa, desde que começou a cantar, ainda adolescente, na Taverna do Embuçado. Esse "Fado" era o título de um primeiro álbum que esteve entre os mais aguardados discos da nova geração de fadistas: porque quem já ouvira Carminho sabia o talento que ali estava, mas porque ela se fez esperar – até acabar o curso, até viajar pelo mundo, até saber quem era.

E o seu "Fado" tornou-se num dos mais aclamados álbuns de 2009. Disco de Platina – resultado invejável para um disco de estreia - "Fado" abriu os corações de Portugal à voz de Carminho, e as portas do mundo ao seu talento: melhor álbum de 2011 para a revista britânica "Songlines", actuações nas principais capitais europeias, no Womex 2011 em Copenhaga e na sede parisiense da UNESCO no âmbito da candidatura do Fado a património mundial, o convite para participar no disco de Pablo Alborán que se tornou num fenómeno de popularidade em Espanha e Portugal.

Era já tempo do "Fado" ter sucessor à altura. E ele aí está. A 5 de Março, Carminho revela-nos a sua "Alma" em 15 novas gravações, de novo com produção e direcção musical de Diogo Clemente, de novo sabiamente combinando versões e originais. (Na edição especial, o álbum surge expandido para 17 temas e acompanhado por um DVD com o registo do concerto "Carminho no Lux", que teve lugar em Maio de 2011 no Lux Frágil, com encenação do cineasta João Botelho, igualmente responsável pela filmagem.)

As versões são pouco evidentes; vão buscar material menos recordado mas igualmente notável aos reportórios de Amália ("Cabeça de Vento"), Dina do Carmo ("À Beira do Cais") ou Fernanda Maria ("As Pedras da Minha Rua"), mas também a Chico Buarque ("Meu Namorado", de "O Grande Circo Místico") ou Vinicius de Moraes ("Saudades do Brasil em Portugal"). Os originais contam com a mão de Diogo Clemente ("Bom Dia, Amor", sobre Fernando Pessoa), Mário Pacheco ("Talvez", com letra de Vasco Graça Moura), e Vitorino ("Fado Adeus"). E surgem ainda novas letras para fados tradicionais – uma delas, "Folha", da própria Carminho, outra, "Impressão Digital", um poema de António Gedeão.

E é nessa dosagem de passado e presente que se descobre o futuro do fado, na voz incomparável de Carminho. Uma voz que, ao segundo álbum, confirma tudo aquilo que Carminho canta em "Talvez": "não sei talvez quem és, mas sei quem sou".

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XUTOS & PONTAPÉS

XUTOS & PONTAPÉS

Banda

XUTOS & PONTAPÉS

Mais de 3 décadas depois do arranque, os Xutos & Pontapés são o emblema do que significa rock & roll em português, por portugueses, para portugueses. Donos de um acervo de clássicos que faria muitas bandas roerem-se de inveja. Verdadeiros “animais de palco” que vivem para a festa dos concertos que cimentam a sua ligação indestrutível com um público sempre presente à chamada, braços cruzados em X a celebrar a maior longevidade de uma carreira rock neste cantinho à beira-mar plantado. Duas guitarras a abrir, uma bateria a bombar, o baixo a marcar a pulsação, 1-2-3-4, três acordes básicos e a correria desenfreada do cavalo à solta.

Mais informação, em http://xutos.pt/

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WALKING RIVER TRUNK

WALKING RIVER TRUNK

Banda

WALKING RIVER TRUNK - Acreditando na música, tenha ela qualquer estilo ou fusão, como um excelente veículo artístico e cultural, este trabalho pretende partilhar pensamentos, sentimentos, sensações ...

Nasce essencialmente de influências Folk|Rock|Blues. Todas as canções servem os textos, muitas vezes motivados e inspirados em histórias verídicas, trazendo a este trabalho o realismo necessário para a ponte com os nossos sonhos e desejos.

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AGENDA DO EVENTO

  • Parque D. Carlos I
    Rua de Camões, Caldas da Rainha | GPS N 39º 24' 4,86'' ,W 9º 8' 0,68''

  • 18 a 27 de Agosto de 2017
    Horários dos concertos: 22h

Pré venda de Passes de 1 Abril a 31 de Julho 2017 – 10 €

Preço passe 10 dias  - A partir de Agosto, passe geral – 12€

DIAHORAARTISTAPREÇO DOS BILHETES DIÁRIOS
18/08/201722h00TIAGO BETTENCOURT4€
19/08/201722h00GNR4€
20/08/201722h00DJODJE4€
21/08/201722h00MIMICAT3€
22/08/201722h00PLANT3€
23/08/201722h00WALKING RIVER TRUNK3€
24/08/201722h00RICHIE CAMPBELL4€
25/08/201722h00DENGAZ4€
26/08/201722h00CARMINHO4€
27/08/201622h00XUTOS & PONTAPÉS5€

EXPOSITORES

REGULAMENTO (brevemente)
LISTA DE EXPOSITORES (brevemente)

INFORMAÇÕES

LOCAIS DE VENDA

Bilheteira online:www.feiradosfrutos.ptPontos de venda aderentes (até à data de conclusão do evento)
  • Worten
  • Fnac
  • CTT
  • Bilheteira Online BOL
Bilheteiras locais: Posto de Turismo das Caldas da Rainha – Praça da República Gazeta das Caldas e LA VIE ( a partir de Junho )

CONTACTOS

Telefone: (+ 351) 262 839 724

Email: geral@feiradosfrutos.pt

Morada:

Gabinete de Eventos | Câmara Municipal das Caldas da Rainha

Edifício Centro Promoção e Divulgação de Produtos Regionais

Rua Capitão Filipe de Sousa, nº2

2500 Caldas da Rainha

NA CIDADE

A pensar no conforto de quem nos visita durante o evento haverá sinalética própria, nomeadamente indiciativa dos parques de estacionamento, pontos de apoio e informação nas principais entradas da cidade. Durante esse período os vários parques de estacionamento cobertos que existem na cidade, e que totalizam quase 1000 lugares, terão quatro horas de estacionamento gratuito.

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MAPA

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PATROCINADORES

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ORGANIZAÇÃO

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MEDIA

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PARTNERS

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ENTIDADES PARCEIRAS

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